quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Preço de material escolar em SP tem diferença de 163%

No levantamento divulgado pela Fundação Procon, nesta terça-feira (18), da lista de 137 itens, o lápis preto número 2 (Evolution c/ Borracha HB2 - Bic), tem preço que vai de R$ 1 a R$ 0,38.

Por CF, com informações do Procon-SP
Terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Todo o início de ano a dor de cabeça e no bolso para pais e mães que fazem verdadeira maratona para a compra do material escolar. Na escola pública, a gestão petista de Marta Suplicy em São Paulo inovou a partir de 2004, implementando em seu governo a distribuição do material e uniforme para todos os estudantes das escolas municipais.

Mas, para quem mantém os filhos em escolas particulares, nesse início de 2011, a diferença de preço do material escolar na capital pode chegar a 163%, segundo levantamento do Procon-SP, divulgado nesta terça-feira.

De acordo com a pesquisa do Procon, o maior vilão ficou por conta do lápis preto número 2 (Evolution c/ Borracha HB2 - Bic), que pode variar de R$ 1 (na Momotaro, na zona sul) e o menor R$ 0,38 (Japuíba, na zona norte). Nada mais, nada menos que 163,16% de diferença.

Na lista pesquisada, que incluía 185 itens - mas em função do desabastecimento, apenas 137 foram divulgados -, 71 deles apresentaram diferença de preço abaixo de 50%, 51 itens tiveram diferença de preço entre 50% e 100% e 15 itens tiveram diferença de preço de 100% ou mais.

O levantamento, realizado entre os dias 4 e 6 de janeiro, envolveu dez estabelecimentos comercias distribuídos pelas cinco regiões da cidade. Foram pesquisados .

O jeito é reaproveitar materiais utilizados no ano anterior e gastar um pouco mais de tempo para pesquisar os melhores preços.
RESOLVENDO...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Funerária de sobrinho de Alckmin levava merenda e cadáver . Alckmin sabia.

Funerária de sobrinho de Alckmin levava merenda e cadáver . Alckmin sabia. O Serra também




O prefeito João Ribeiro:Alega que houve confusão



Ex-funcionário da Velório e Funerária Pindamonhangaba, empresa de Lucas César Ribeiro que administra o serviço na cidade, o agente funerário Vicente Ricardo de Jesus, de 52 anos, relatou ao Jornal da Tarde que, no período em que trabalhou no local, fazia transporte de merenda escolar para a Verdurama durante o dia com o mesmo veículo que transportava cadáveres à noite. A Prefeitura classifica o fato de “mentira”. Lucas é sobrinho da primeira-dama do Estado, Lu Alckmin.


A Verdurama é investigada pelo Ministério Público Estadual por suspeita de fraude em licitações e pagamento de propina a prefeitos de São Paulo e outros três Estados. O pai de Lucas e cunhado do governador Geraldo Alckmin (PSDB), o lobista Paulo César Ribeiro, o Paulão, é suspeito de comandar o esquema na região do Vale do Paraíba, onde fica Pindamonhangaba, cidade natal do tucano. Ambos negam as acusações.


Em depoimento à Promotoria no fim do ano passado, o ex-secretário de Finanças de Pindamonhangaba Silvio Serrano afirmou que uma empresa do filho de Paulo Ribeiro “fazia transporte de gêneros alimentícios para a Verdurama”. Segundo o MP, Serrano foi indicado por Paulão ao prefeito João Ribeiro (PPS), apadrinhado de Alckmin e que está no segundo mandato – a vice, Myriam Alckmin, é sobrinha do governador. Serrano foi demitido em outubro, após a denúncia vir à tona.


Além da funerária, Lucas também é dono de uma microempresa de transportes, a Lucas CR Transporte e Logística, segundo dados da Junta Comercial. O endereço informado é o mesmo onde outro filho de Paulão, Thiago, declara residência.


Mas, segundo o agente funerário Jesus, o transporte da merenda para a Verdurama era feito com os carros da funerária, uma caminhonete e uma van. “Todo mundo sabia. A secretaria de saúde, e, claro, a prefeitura também sabia. É porque transporta aquelas panelas meio grandes, aí é fogo, né?”, disse ele, que deixou a firma em 2008 e hoje trabalha em outra funerária na cidade.


“Mas isso é fácil de levantar. É só ligar na Verdurama e pedir as notas, porque a gente tirava as notas, a quilometragem, a escola, quantidade de merenda que entregava. Tudo por escrito”, completou.- Estado
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PROGRAMA DE GOVERNO DE DILMA


Com Defesa Civil sucateada, capital enfrenta alagamentos até na 23 de Maio

Principal ligação entre as zonas norte e sul da capital, a 23 de Maio alagou uma vez a cada cinco dias, neste inicio de 2011. No dia 14 de janeiro, a Avenida teve que ser fechada nos dois sentidos durante quase duas horas, provocando transtornos aos motoristas e passageiros.
Por PT Alesp, Com informações de O Estado de S. Paulo
Segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
As chuvas da última sexta-feira (14) alagaram mais uma vez a Avenida 23 de Maio e as imediações da Assembleia Legislativa, entre outras regiões da capital. O paulistano enfrenta os temporais com a Defesa Civil completamente sucateada. Faltam viaturas e equipamentos adequados para resgate e ações de prevenção às tragédias.

Principal ligação entre as zonas norte e sul da capital, a 23 de Maio alagou uma vez a cada cinco dias, neste inicio de 2011. No dia 14 de janeiro, a Avenida teve que ser fechada nos dois sentidos durante quase duas horas, provocando transtornos aos motoristas e passageiros.

O temporal causou alagamento ainda nas Marginais Tietê e Pinheiros e em trechos das Rodovias Anchieta e Raposo Tavares. Foram 45 trechos de inundações na capital; alguns deles ficaram intransitáveis.

Para piorar o cenário das chuvas de verão, a Defesa Civil, órgão responsável por resgates, vistorias em áreas de risco e ações de prevenção às tragédias está sob investigação do Tribunal de Contas do Município. O relatório enviado ao TCM sobre o órgão revela que 11 das 32 unidades nas subprefeituras não têm viaturas ou mantém a frota sem manutenção; entre estas unidades as da Vila Mariana e Jabaquara que atenderiam, por exemplo, ocorrências na Avenida 23 de Maio.

A omissão do Poder Público confirma o diagnóstico de uma das maiores especialistas do mundo em desastres naturais. "As chuvas são fatores naturais, mas as pessoas morrem porque não há vontade política de resolver seus dramas, que se repetem ano após ano ", lamenta a consultora externa da ONU e diretora do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres, Debarati Guha-Sapir.